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REVOLUAÇÃO... VIDATIVA, DO SECULAR AO CRISTÃO
A Banda VIDATIVA nasceu do convívio de dois colegas de escola, Thiago Chieza e João Paulo Babiski. Thiago tinha o desejo de montar uma Banda, mas não tinha recursos e nem companheiros músicos com o mesmo desejo.
Surgiu um evento na escola e eles foram chamados para participar da banda escolar formada por professores e alunos. Ficaram animados com o convite e tocaram no dia da apresentação e mesmo não formando uma perfeita sincronia, os meninos passaram de colegas de sala de aula para grandes amigos. Animados pela adrenalina musical combinaram montar uma banda.
Foram se juntando outros. Willian carregava os instrumentos com o carro do pai, Egon ofereceu um pequeno quartinho para ensaios. Descobriram Welder Monteiro, tecladista. Ainda faltava uma voz e violão. Eram a princípio uma Banda Secular até que Deus colocou no caminho desses garotos um Empresário, Sirineu Babiski. Ele, sendo diretor da rádio disse que a Banda poderia se apresentar mas com a condição de que a Banda se tornasse Católica. E assim Deus foi abrindo as portas e colocando as pessoas certas na hora certa. Washington, Victor Campos, João Victor.
Agradecemos as pessoas que participaram de alguma forma da Banda VidaTiva , entre eles, o Egon, Edson, Paulo Sergio, Mauricio, willer (Dudu), as empresas que patrocinaram, os amigos e familiares que apoiaram e a Deus por estar sempre perto. Agradecem a Deus por ter colocado tantas pessoas que ajudaram a esses jovens proclamar que só o Senhor e o rei desta história.
Hoje a banda e composta por:
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• ELIAN OINHOS
Minha entrada na banda vidativa foi bem louca.
A banda já tava formada, e tinha um evento na nossa comunidade, eu já conhecia alguns meninos que formavam a banda e um deles sabia que eu estava lá na igreja só pra vê-los tocarem. O rapaz que ia tocar não foi, e antes de começar o louvor eles estavam passando algumas músicas em baixo do palco, eu cheguei e disse que tava aprendendo a tocar, peguei o violão velho da igreja e comecei a tocar umas músicas lá, ai gostaram e me chamaram pra tocar no louvor, no improviso, sem ensaio nem nada, só o Espírito Santo por nós mesmos.
O mais engraçado é que gostaram mais não me convidaram pra banda (risos), eu lembro que a formação era: João Paulo (voz e baixo), Thiago (bateria), Egon (percussão), Willian (que sempre estava lá! Mesmo sem recursos apoiava a banda com o pouco que tinha, um amigão!) e o Welder (teclado).
Quando me chamaram pra tocar depois de um tempo, eu comecei a ensaiar e logo tive um problema na mão esquerda, tive um choque térmico e fiquei um mês de molho, quando eu voltei já tinha outro no meu lugar. Mesmo assim eu ensaiava, até que o outro colega saiu, ele tinha outros compromissos e não estava dando para conciliar os dois. Daí surgiu a oportunidade pra eu ficar por definitivo na banda.
Mais eu tenho a convicção que Deus queria nos unir e eu senti naquele primeiro louvor que a banda não iria acabar por ali, pois Deus tinha um grande propósito para nossas vidas e também uma missão de evangelizar através do Pop Rock Católico.
ORKUT: Elian
• JOÃO PAULO SOUTO BABISKI
Minha historia na banda vidativa começou na escola “Zacheu Moreira da Fraga” no distrito de Vargem Grande de Soturno. Eu, com minha admiração pela música tinha começado as fazer aula de contra baixo a umas três semanas atrás.
Havia na escola um dia de confraternização e então fui convidado pelos professores a montar um grupo com outros alunos da escola, e assim nós fizemos. Na apresentação, foi mais pra lá do que pra cá , afinal erramos bastante. Principiantes, desse dia em diante nasceu um desejo muito forte de montar uma banda, foi então que comecei a conversar com Thiago Chiesa (ex-baterista). Já havia conversado com ele outras vezes, mas nunca um papo sério mesmo, tinha ele apenas como um colega de classe. Porem, como na apresentação na escola ele tinha tocado bateria, gostei do seu desempenho e o perguntei se ele não tinha vontade de montar um banda. Ele disse que sim, disse que não fazia nada a tarde mesmo, e assim, sem perder tempo começamos a montar as coisas. E olha, não foi nada fácil, e ainda hoje não é, porem, temos a certeza de que Deus está ao nosso lado nos protegendo e nos guardando.
Pois é galerinha, pegamos umas caixas velhas e no inicio eram só eu e o Thiago, imaginem, bateria e contra baixo! Hilário não?!?! Mais foi isso ai e graças a Deus ta dando certo. Conheci muitas pessoas e a música me proporcionou coisas incríveis, ainda mais em Cristo, hoje tenho ao meu lado pessoas que me querem bem, pessoas que lutam comigo, e também pessoas que ficaram guardadas comigo para sempre, como o próprio Thiago Chiesa, que foi uma dos fundadores da banda, o Maurício e o Dudu que continuam nos dando aquela forca, o Egon e o william que nos ajudaram no início da banda. Que Deus ilumine a todos nós!
ORKUT: João Paulo
• JOÃO VICTOR SOUTO BABISKI
Olá, meu nome é João Victor Souto Babiski, vou contar minha história na Banda Vidativa.
Foi mais ou menos assim, desde muito pequeno sempre tive o interesse por bateria. Comecei a tocar montando bateria em baldes, tampas de panela, latas de cera, ou seja, todos os tipos de objetos que pudesse fazer um barulhinho. Meus pais nunca me impediram de brincar, apesar do barulho eles admiravam minha brincadeira e sempre arrumava um cantinho onde o barulho ecoasse menos e ali eu montava a minha bateria e às vezes eles até cantavam para eu tocar. Por fim minha mãe já não comprava mais potes plásticos, pois eu quebrava todos. Foi aí que meu pai viu o meu interesse por esse instrumento musical e resolveu investir em mim. A princípio me comprou uma bateria e eu fui brincando em casa, as vezes um colega vinha e me instruía um pouco. Até que meu pai que sempre foi apaixonado por música me incentivou a entrar em uma aula de bateria com o Profº Rodrigo Cardoso. Fui praticando em casa o que aprendia em minhas aulas. Meu irmão na época tinha uma banda que é até hoje a Banda Vidativa, e eles tinham um sério problema com bateristas, pois todos que passavam pela banda logo acontecia um imprevisto e eles saiam. Ao completar treze anos um novo imprevisto surgiu e o baterista não compareceu e ali estava eu, pronto para socorrer, foi quando o meu irmão João Paulo Souto Babiski, que até então não acreditava no meu potencial, veio em casa me chamar para ensaiar com eles. Estranhei, ele jamais havia pensado em me colocar na banda e sem hesitar fui logo, afinal eles precisavam de mim. Achei que minha participação fosse só naquele dia, mas não, o baterista não voltou mesmo e penso que naquele momento Deus tocou o coração do João Paulo, para que ele pudesse me aceitar e tentar. E aí, ele me convidou a ir ensaiando com eles para ver se havia alguma possibilidade de eu me tornar o novo baterista da Banda Vidativa. Disposição e força de vontade foram o alicerce para eu ingressar na banda. Depois fui participando dos ensaios, até que então no dia 23 de agosto de 2008 participei do primeiro show em um festival de música católica em Mimoso do Sul, e assim aqui estou hoje fazendo parte dos shows da Banda Vidativa até quando Deus me permitir.
ORKUT: João Victor
• WASHINGTON PIUBINI
Eu comecei trabalhando em uma radio na comunidade onde moro, fiquei lá por três ou quatro anos e nesse tempo eu nem pensava em tocar um instrumento ou tocar em uma banda. E comecei por acaso, ajudando a banda vidativa na montagem e acompanhando, indo aos shows que eles faziam até que um dos integrantes resolveu sair e por acaso eu comecei a tocar percussão no seu lugar usando o do que Deus me deu para levar sua palavra em forma de música para as pessoas.
E tocar percussão com esses caras que considero meus irmãos, é maravilhoso por que ali é um pelo outro, um ajudando o outro, é bem legal.
ORKUT: WASHINGTON PIUBINI
• WELDER MONTEIRO DA ROCHA
Tudo começou na escola, quando me chamaram para tocar num grupo que na época era, TIUJIPE (Thiago, Willian, João Paulo, Egon). Sabendo que, eu só conversava com Thiago, o resto não me conhecia ainda. No decorrer dos ensaios é que fomos nos conhecendo melhor.Os ensaios aconteciam no horário de aula e eram tensos, pois, não conseguíamos terminar uma música se quer. E era tudo no escondido, não podíamos contar com muitas pessoas, afinal, matávamos aula para ensaiar.
Até que, chegando o dia de tocar. Começou a ficar bom, porque finalmente saiu as músicas inteiras. Chegou o dia da apresentação, todo mundo da escola ali pra ver, então chegou o momento, começamos a tocar um olhando para o outro, isso só aconteceria quando ia trocar de música. Quando acabou a apresentação, já era outro formação do grupo (TIUJIPE), aumentou para cinco o número de componentes, desde assim, começamos a tocar em celebrações na igrejas, graças ao Pai do João Paulo que acreditava no talento do grupo. Depois disso, entraram e saíram pessoas, e é esse grupo abençoado que canta pra Jesus e pra vocês que gostam de ouvir o novo grupo de música, a banda Vidativa.
ORKUT: Welder
• DUDU
Falta texto do dudu...
ORKUT: Dudu
• VITOR CAMPOS DA SILVA
Bem, minha história na banda vidativa começou e quase terminou assim.
Eu trabalhava na rádio da minha comunidade e a banda ensaiava muitas vezes ali do lado, eu fui ao ensaio uma vez e gostei muito do que vi.
Daí João Paulo me chamou para participar, eu aceitei, comecei a ir e me tornei um membro dessa banda. Comecei como contra-regra, fui me aprofundando e me tornei o Assistente de Palco.
Muitos deslizes me aconteceram e um deles foi o vício na sinuca, que me prejudicou muito, pois o grupo tem regras a cumprir e a sinuca por várias vezes me afastou da dela. Fui muito infeliz, pois o que eu queria era estar na banda. Sempre me davam uma nova chance e eu começava do zero. Do bar eu podia ver meus colegas irem ensaiar e isso me dava muita angústia, ficava muito triste, afinal eu queria estar lá.
João Paulo me convidou novamente, pois o grupo me queria de volta e o mais importante, queriam me tirar daquele vício, fiquei muito feliz, era tudo o que eu queria. Eu descobri uma coisa nesse tempo que fiquei fora da banda, eu não consigo viver sem meus amigos, pois eles são minha segunda família. Agora entrei com garra, amor e esperança pra fazer o que eu gosto, dessa vez não vou sair por causa desse maldito vício, pois Deus irá me ajudar a vencer essa batalha. Hoje estou muito feliz de novo por estar na banda, essa galera é muito maneira, gosto muito de todos eles, são pessoas especiais demais que me dão muita força e me ajudam a superar o vício..
Hoje como Assistente de Palco tenho muito privilégio de trabalhar na banda, de ofertar meus dons ao que mais gosto de fazer.
Eu agradeço muito a Deus e essa galera por me aceitarem de volta e por acreditarem em mim me dando a oportunidade de fazer parte da banda. Gosto muito de vocês, obrigado!
Nesse tempo que fiquei fora da banda perguntei pra mim mesmo: Louvar Sim. Porque Não?
Fonte: Vitor
• CIRINEU BABISKI
Falta texto do Cirineu...
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